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15 de fev de 2010

Brasil poderá produzir azeite de oliva e azeitona em SC

A pesquisa com oliveiras foi iniciada pelo Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar da Epagri de Chapecó em 2005, quando foram instaladas unidades experimentais em vários municípios do Estado de Santa Catarina.

O projeto objetiva avaliar a possibilidade futura de iniciar a olivicultura – cultivo de oliveiras – em Santa Catarina. “Os primeiros resultados estão acontecendo na unidade experimental de São Lourenço do Oeste que faz esta primeira colheita”, informa o coordenador do projeto de oliveiras da Epagri, engenheiro florestal Dorli Mário Da Croce, revelando que outras unidades experimentais instaladas ostentam oliveiras com frutificação.

O Estado de Santa Catarina está sinalizando que é possível o cultivo de oliveiras para produção de azeite de oliva e também para conserva.

O Brasil importa 100% dos produtos derivados da oliveira e gasta anualmente US$ 250 milhões por ano com esta importação - US$ 150 milhões em azeitonas e o restante com azeite.

O projeto está avaliando variedades para produzir conserva e azeite de oliva. A olivicultura poderá ser instalada nas pequenas propriedades rurais de Santa Catarina, contando com mais uma alternativa na agricultura familiar.

“Chapecó também está produzindo frutos, inicialmente para conservas, mas acreditamos que em breve frutificarão cultivares para produção de azeite”, garantiu Da Croce.

Com tantas possibilidades de aproveitamento, o Governo do Estado aposta financeiramente na ampliação da pesquisa. “Com aprovação do projeto via Fapesc, serão firmadas novas parcerias com a Unochapecó e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, conclui Da Croce, que coordena os estudos em Santa Catarina.

Projeto de Cultivo de Oliveiras - “Em 2005 iniciamos a elaboração do projeto de pesquisa de com oliveiras em Santa Catarina”, conta o atual secretário executivo do Projeto Microbacias 2, Athos de Almeida Lopes que, na ocasião, presidia a Epagri, responsável pelo referido projeto.

O engenheiro florestal e coordenador do projeto, Dorli Mário Da Croce, visitou o Chile, Argentina e Itália buscando aperfeiçoar conhecimentos para poder desenvolver tecnologias e adaptar algumas às condições de Santa Catarina. “Após dois anos e meio do plantio a campo, podemos verificar que algumas cultivares poderão, em breve, ser indicadas aos agricultores familiares catarinenses como viáveis e com grande poder de agregação de valor”, revela Da Croce.

Hoje é possível perceber que algumas regiões, como é o caso de São Lourenço do Oeste e Campo Erê, estão se destacando precocemente e já têm 4 cultivares de oliveiras produzindo. A expectativa é de que cultivares das outras regiões que têm unidades experimentais comecem a produzir, como é o caso de Campos Novos, Rio dos Cedros, Urussanga, Ituporanga, Videira, Caçador e Canoinhas, além de outras que serão implantadas.

“Em 2008 recebemos técnicos estrangeiros, que se dedicam à olivicultura na Itália e Argentina, que foram unânimes em afirmar que Santa Catarina tem condição e grande potencial para produzir azeitonas”, garante Da Croce.

Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC SA

33 comentários:

  1. Falar da oliveiras no Brasil, melhor dito das suas potencialidades, é relativamente fácil. O país é enorme e, nessas condições, fácil será admitir que nessa grandeza certamente condiçoes de solo e clima serão propícias à cultura da oliveira. Contudo, os erros que tenho lido uns e ouvido outros, causam arrepios e isto sem que ninguém ponha cobro à onda de vaidade e amadorismo com que coisas sérias estão sendo tratadas. Mas vamos devagar.
    Concretamente em Santa Catarina conheço um pouco da situação e explico porquê. Concretamente, no ano de 2003 fui convidado pela Presidencia da EPAGRI e segundo desejos do Sr Governador de entao que é o mesmo de hoje, a visitar o estado de SC para que pudesse analizar as condiçoes de emitir um parecer sobre a possibiliodade da oliveira nestas paragens. Viajei, vi, conversei e no final duas coisas se destacaram: em primeiro lugar as boas instalaçoes da Epagri no Estado e seu staff técnico e, por outro, a efetiva possibilidade de se encarar a sério o exploraçao rentavel da oliveira assim fossem seguidas normas de estudo que pudessem, por um lado adiantar conhecimentos importantes das variedades em estudo e, por outro, consolidar os conhecimentosn dando oportunidade a que esses estudos, porque oriundos de um país niovo nestas andanças, +pudessem ser publicados dando à comunidade mundial da oliveira mais informaçoes- Igualmente importante e copiando (não é crime copiar as coisas boas e comprovadamente efetivas), aquilo que os Australianos fizeram e que foi, simplesmente, buscar fora o que necessitavam para incrementar a sua incipiente olivicultura, teria sido muito interessante que a EPAGRI pudesse contratar um perito na matéria para que todo o estudo seguisse uma linha de rumo coerente nao só com aquilo que o Brasil pretendia como também que atendesse ao já conhecido no outro mundo da oliveira. Ora nem uma coisa nem outra foi feita, daí o ridiculo de muitos textos escritos que não só colocam em cheque seus autores (isso é de menos porque todos nós somos passageiros nesta vida, como pior que tudo colocam em cheque o Brasil. E este Brasil enorme, bonito e rico mereceria melhor sorte.
    E fico por aqui. Caso haja interesse manifestem-se e já vos apontarei as desgraças.

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  2. Valeu Fernando.
    Já vi que entendes do assunto. Eu sou apenas um curioso e andei pesquisando porque o Brasil não produz azeitona e azeite.
    Visitei o teu blog e coloquei o endereço do mesmo abaixo do post para quem quiser saber mais de oliveira ou trocar uma ideia.

    Um abraço

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  3. Vamos escrever um pouco mais e veremos quem aparece na liça!!
    Comecemos pela questão varietal ou seja, das cultivares que se desejam apreciar Nas suas capaciodades.
    Existem muitas, muitas mesmo mas seria insensato pensar na possibilidade de testar todas. No mundo que estuda a oliveira existe bastante informação já sobre as características das variedades pelo que mais de metade do caminho está andado. E se contarmos com a proverbial plasticidade da oliveira, isto é, a sua grande capacidade genérica de adaptação a diferentes meios físicos, então a nossa tarefa está muito facilitada e, sinceramente, não são de esperar grandes mudanças ou alteraçoes de fundo relativamente àquilo que realmente caracteriza esta ou aquela variedade. Isso mesmo sucedeu no espaço Europa-Africa-Asia e não é crível que o mesmo não venha a acontecer no Brasil.
    Pois bem, parece que por aqui as teorias a explorar são bem diversas. Considerando que nestas terras já existiram oliveiras, é bem natural que possa ter ocorrido alguma disseminação “selvagem” ou que um eventual agricultor tenha “herdado” uma(s) árvore(s) cujo nome entretanto se perdeu. Nessa seqüência, e ao bom estilo das gentes, é perfeitamente normal que um ou outra árvore tenha tomado um nome particular com base em qualquer coisa que o “agricultor” viu, pensou ou, simplesmente, decidiu dedicar! Estão nesse caso as denominadas “Alto Doro”, “Caçador”, “Azapa”, “Penafiel”, “Maria da Fé”, “Salomé 488” !!!.
    Por outro lado, existem denominações que não nos parecem ter a mão do agricultor tão só e apenas porque a seguir ao nome aparece uma designação numérica tão ao estilo dos investigadores que na fase de estudo atribuem números e letras às coisas que estudam. E nessa situação estão a “Grapollo 541”, “Grapollo 561”, “Grapollo 550”, “Ascolana 315”, “Manzanilla 215”, “Tafahi 391”.
    Esta “confusão” varietal jamais poderia ter ocorrido. Em primeiro lugar e único lugar porque confunde e em nada abona quem persiste em falar ou escrever sobre o assunto. Existe, actualmente, um consenso no sentido de se uniformizar denominações – sobretudo em textos científicos – embora se possam manter as denominaçoes da zona. Como zonas são de dificil aceitação no Brasil, cremos que o melhor seria, e desde já, proceder a uma clara identificaçao. O que pode ser feito por análise dos endocarpos (caroços, para os leigos) sabendo-se que existem normas já editadas e seguidas internacionalmente (mas quem o pode fazer aqui?). Em complemento, o recurso à biologia molecular possibilitaria que pela análise do ADN se montasse um verdadeiro serviço de identificação varietal que muito valeria no futuro.
    Continmua...

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  4. continuando....
    As duas vertentes citadas garantiriam, inclusivamente, que a comunidade internacional tivesse o conhecimento das variações locais do comportamento das variedades que, afinal e sem margem para dúvidas, são provenientes da Europa!
    Porém, para que essa informação seja fidedigna, necessário se torna que os campos de ensaio (creio serem 9 no total em SC) tivessem sido estabelecidos de forma a que fosse estatisticamente possível a respectiva comparação. Não cremos, infelizmente, que isso ocorra na realidade porque de não ser assim e se os ensaios começaram em 2005 e estamos em 2010, cadê os magnificos trabalhos que poderiam ter sido publicados e simplesmente não aparecem? Ou não terão sido estudadas, para cada variedade, as taxa e hábitos de crescimento, épocas e hábitos de floração, a evolução da maturação, a força de desprendimento dos frutos, relação polpa-caroço, teor em gordura… e tudo isto a par com inúmeros outros parâmetros de avaliaão. Que pena o tempo já perdido.
    De facto, dêm as voltas que quiserem, para tudo e sempre que se deseje realizar trabalho sério e responsável, são necessáriuos profissionais e mais quando abordamos um tema muito avançado em conhecimento em outras latitudes! De não ser assim, cai-se no ridículo, o que é pena, de ver e ler asneiras de palmatória que só engole e, provavelmente, fica de boca aberta com tanta erudição, quem é leigo na matéria.
    E convenhamos que realmente as reuniões sobre o assunto estão cheias de gente dessa categoria. Gente que dificilmente perguntaria ao ilustre pseudo-cientista que o afirmou, que terá a acidez do azeite a ver com o pH quando afinal são duas coisas bem diferentes!
    (OBS: o pH mede, por exemplo, a acidez de um solo e refere-se à percentagem de hidrogeniões livres. O Índice de acidez de um azeite expressa-se em ácido oleico por cento
    Para terminar só um pedido de esclarecimento poias não entendi a ideia: que aposta é essa dos pesquisadores catarinenses nas e passo a citar “espécies que devem chegar dio Chile e Argentina, que já passaram por melhoramento genético. Entre elas Arbequina, Picual, Leccino, Azapa e Barnea”??
    Carissimo Colega, cuidado com o que se escreve. E tome nota: azeite diz-se apenas em Portugal e no norte de Africa… na Europa, indistintamente dos países, se diz: aceite de oliva em Espanha; olio di oliva em Italia, huile d’olive em França e por aí vai. *Portanto, a frase que vc escreveu e que diz “ O azeite para os paises de lingua espanhola ou óleo de oliva para os europeus… bom, arrepiou-me ler isto! Mas enfim, fazer o quê se é vc quem está no mando, não é mesmo?
    Quanto ao melhoramento genético ficará para a proxima.

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  5. Minha gente (sobretudo os interessados) será que nao têm capacidade de resposta? Ou o blog é pouco visto? Bom possivelmente as duas coisas...

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  6. Melhoramento genético da oliveira…
    O melhoramento genético não será, seguramente, o que está “escondido” nas variedades a importar do Chile e da Argentina porque, simplesmente, não há noticias de que a Argentina que não conheço ou o Chile que bem conheço, tenham atividades nesse domínio. Eu creio que o autor que mencionou tão inusitado facto, talvez se reportasse a uma presumível selecção clonal que deu origem a uma “Arbequina” um pouco melhor e…….. Ah! é verdade, a “Barnea”, sim, uma variedade feita pela mão do Homem ou seja fruto dos esforços dos israelenses que souberam observar uma planta que por acaso surgiu de um cruzamento fortuito portanto nao controlado. Esta sim, uma coisa resultante do melhoramento genético.
    Mas porquê ou para quê melhorar a oliveira? Não é ela já o aprimoramento da natureza que de condições marginais – solos pobres e verões quentes e secos – soube ofertar ao Homem uma árvore tão genial quanto a oliveira? É claro que isto é bucolismo e o mundo, hoje mais do que ontem e seguramente menos que amanhã, pula e avança a ritmos cada vez mais frenéticos ainda que nem sempre mais racional.
    E a oliveira e o azeite, este hoje está tão de moda depois de um longo período de jejum em que o domínio pertenceu às gorduras alimentares saturadas (banhas, margarinas, manteigas…) e polinsaturadas (óleos alimentares de milho, soja, girassol etc), estão hoje ocupando uma posição preponderante tão só e apenas porque se tornou evidente o seu benefício na alimentação humana. Nestas condições e perante maior demanda, começou a ficar claro que a oliveira e fosse qual variedade fosse, apresentava características pouco adequadas às exigências do mundo actual. Assim, perante certas características tomadas como essenciais como por exemplo a capacidade frutífera baixa, baixo rendimento em gordura ou, ainda, ciclo de alternância bem marcado, começou a desenhar-se o desejo de realizar sobre a pobre e humilde oliveira o mesmo que muitos anos antes foi efectuado sobre as demais fruteiras, maças, peras, pêssegos e por aí vai.
    Mas tudo era bem difícil. Não só porque o conhecimento da oliveira era deficiente – árvore do Mediterrâneo onde as gentes são pouco sensíveis à inovação científica – como e por isso mesmo, a abordagem se tornava difícil e tanto mais quanto o período improdutivo de uma oliveira cuja origem é uma semente, é muito longo não raro ultrapassando 10 anos!!!! Ora nestas condições era difícil captar a atenção dos estudiosos.
    Mas ela veio assim que a “moda” no consumo do azeite se estendeu a latitudes não antes imagináveis o que também deu a uns tantos a possibilidade de se transformarem em aprendizes de feiticeiro do ramo olivícola. E ai de quem do serviço deles depende porque seguramente andará pouco e em círculos, vendo como se consolida o conhecimento do velho mundo mediterrânico e como evolui a eficiência da Austrália só porque sua forma de viver e estar na vida se pauta pelo profissionalismo e conhecimento e eficácia. Em tudo isto “cadê” o Brasil? Fora Minas que tem apresentado muita coisa boa, “cadê” os outros das outras regioes ?
    (continua...)

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  7. Mas vamos ao melhoramento.
    Considerada, portanto, a oliveira como uma outra qualquer fruteira, pouco a pouco foi-se desenhando a estratégia que poderia conduzir a uma nova variedade ou seja, um hibrido. Para tanto se reuniu coinhecimentos de outras áreas sendo que o primeiro a resolver seria reduzir o período juvenil de 10 ou mais anos a um períod bem mais aceitável. E de facto, depois de um esforço para delinear o processo, foi possivel passar de muitos anos a apenas 28 meses!! Ou seja, a partir de um fruto já resultado de um cruzamento, foi possível obter uma planta que ao fim de 28 meses deu frutos. Sabendo-se que o resultado de um cruzamento está na analise de seus resultados, convenhamos que, no caso da oliveira, 28 meses constituiu um marco importante no processo do melhormaneto.
    As técnicas utilizadas não cabem aqui referir porque estão disponíveis já na bibliografia especializada (por ex: Santos-Antunes, A.F., De La Rosa, R., , Léon L & Rallo, L., (2005) - The Length of Juvenile Period in Olive as Influenced by Vigor of the Seedlings and the Precocity of the Parents. Hortscience 40(5): 1213-1215 e Santos-Antunes, A.F, Mohedo, A., Trujillo, I & Rallo, L. (1998) - The influence of genitors on the flowering of olive seedlings under forced growth. III International Symposium on Olive Growth Bari Itália, Acta Horticulturae 474:103-195.)
    As noticias disponíveis dão-nos conta de que a Espanha tem já definidas algumas novas variedades porquanto foi o país que mais trabalhou e avançou neste campo. Procurar variedades, sobretudo mais produtivas em termos de riqueza em gordura, foi o objetivo inicial, porém outros foram surgindo nomeadamente a procura de plantas resistência a certas doenças de grande incidência no mediterrâneo, resistentes a condições salinas, à clorose férrica etc.
    Em suma, o melhoramento genético da oliveira está tornando-se arma que ajudará a uma maior racionalidade da cultura a qual, por sua vez, abandonados os terrenos marginais em que sempre se cultivou, está sendo alvo de cuidados e atenções na forma de condução em que sempre se visa obter a maior margem de lucratividade sem que isso implique que o azeite alcance preços proibitivos para a comum dona de casa.
    Este Brasil imenso em tudo (ou quase tudo!) necessita andar bem e depressa, mas, para isso, as ações práticas terão de ser substancialmente diferentes daquelas que se plasmam nas noticias que aparecem e que transforma a produção de azeite numa aventura fácil, sem segredos e até mesmo, porque não, divertida.
    Senhores, desde a péssima informação técnica veiculada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SENAI) ao grande interesse da classe política que tão bem parece estar no papel de aprendizes de feiticeiro, e sem olvidar os textos que nos relatam os “avanços” da olivicultura brasileira, tudo, mesmo tudo, não se coaduna com o que se exige para uma coerente e profícua actividade técnica de pesquisa em olivicultura. As exceções, que realmente existem, apenas confirmam a regra.

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  8. Bravo! depois de ler, consultar uns livros e pessoas, fiquei no aguardo para ver a resposta às observaçoes do Fernando. Concerteza que os visados não podem responder nunca mas o pior é que nem aprendem e quem sofre com isso é o nosso Brasil.

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  9. Tenho recebido alguns emails relacionados com aquilo que vou escrevendo. Gostaria e até para conhecimento de outros interessados, que as observaçoes tanto a favor como contra, fossem aqui expostas. Pode ser?
    Um abraço a todos

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  10. Li coisas que nao sabia na olivicultura e por isso aprendi um pouco mais. Pena como fala o Fernando, que nao apareçam mais opinioes contra ou a favor. Espero poder continuar a ler coisas novas. Quanto a historia que está por debaixo de tudo o que foi escrito...isso é outra história!! Bravo Fernando e nao entrega os pontos

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  11. Show de bolaa!

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  12. Estimado Anónimo presumo que gostou pelo que nao foi de todo perdido o tempo que aqui gastei. Preferiria e para tornar tudo isto mais saudavel, que os estudiosos da oiliveira aparecessem e dissesem algo a favor ou cobn=ntra tanto faz pq realmente ninguem é dona da verdade toda. Infelizmente essa gente nao aparece... o que nao quer dizer que eu vá parar rsrsrsrr

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  13. Caro fernando

    Fiquei muitissimo curiosa sobre o que vc escreve e gostaria de fazer umas perguntas........Qual a sua nacionalidade? vc mora no Brasil? e o que faz aqui?.... DE oliveiras so conheço as azeitonas que compramos no supermercado , mas nunca entendi porque o Brasil nunca investiu nessa cultura??? Senti no seu escrito uma certa indignaçao.... Peço que nao desista de nos ensinar......[[E torço para que as pessoas responsaveis por isso tudo descubram o senhor.

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  14. Creio que pela forma de escrever nao me posso esconder!!! Sou Português e nos dias de hoje vivo no Brasil, concretamente em Santa Catarina. De facto tentei colocar à disposiçao dos interessados aquilo que eu sabiae ainda sei sobre oliveiras desde a cultura até à extraçao do azeite pois essa foi a actividade de minha inteira vida profissional em que muito aprendi durante as muitas viajens que realizei por esse mundo fora e cursos relacionados com a olivicultura realizados no estrangeiro. Mas nada disso deu certo pq o sistema brasileiro nao permite com facilidade a aceitaçao de técnicos mesmo quando se trate de quem possa ajudar muito. De facto isto nao é nem Estados Unidos onde quem interesssa fica ou Australia onde tambem se fica com o que interessa. Quanto a indignaçao nao, nao há indignaçao mais do que aquela que sitiuaçoes como a relatada podem causar. Deve concordar que ler asneira naò é lá muito agradavel
    Quanto a ensinar claro que sim vou continuar escrevendo por aí.
    Obrigado pelo seu comentario

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  15. Prezados senhores, já estive mais ligado a aventura brasileira da Olivicultura, hoje menos porque decepcionado pelo que vejo neste ramo.
    Já que a oportunidade me é dada de dar a minha opinião, então vou escrever algumas linhas.
    Se o Brasil quer ser auto-suficiente e exportar azeite ele tem o clima e espaço para isso, mas tem que começar pelo começo como tudo o que tem sucesso.
    1° Tem que ter vontade política e interesse da parte da indústria e do comercio, por enquanto não vejo nada. Os políticos só estão interessados quando a manifestações para aparecerem e estiverem na vitrina para terem votos, mas nada fazem, os organismos oficiais de pesquisa tentam fazer alguma pesquisa sem orçamento, pensando que na internet vão encontrar tudo de graça.
    2° Na realidade tem que haver um bom senso criar um pequeno organismo da Olivicultura ao nível federal para o Sul do Brasil, buscar parcerias com países estrangeiros com muitos anos de experiência nessa área trazer um ou dois especialistas com muitos anos de experiência para ajudarem a montar o projeto e fazerem um “Projeto Estratégico de Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental com Gestão de Recursos Naturais para Olivicultura Brasileira” e só assim se conseguira seremos um país produtor.
    3° Se não adotarem alguma coisa aparecida com o que disse acima vão continuando de brincar de aprendiz na área de Olivicultura e quando virem que não produzem as quantidades necessárias por hectare para ter rentabilidade, vão arrancar tudo e plantar soja ou outra coisa mais rentável.
    Por esta vez já escrevi demais esperando as vossas reações, talvez continuarei, a por lenha na fogueira.
    JOFI.

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  16. Pois é! Pode ser que um organismo especifico pudesse resolver mas isso é coisa que nao cabe na organizaçao interna quer estadual quer federal e mesmo porque nao há staff tecnico bastante para isso.
    Seguindo:
    Por um lado bom por outro menos bom ou seja, deveria haver menos apoiantes daquilo que escrevo e mais defensores daquilo que eu ataco ou afirmo. Mas não, não aparece ninguém e isso é lastimável pq se existe um plano de ação para a olivicultura então seus autores, mentores, patrocinadores e por aí vai, alguma coisa deveriam dizer porque está fora de questão que este blog não lhes tenha chegado ao conhecimento.
    Mas eu sei que nada pode ser feito em defesa do status e eu nem sequer contei tudo.
    Há que diga que quem semeia ventos colhe tempestades mas eu, que aparentemente estou semeando ventos, estou imune a isso! Primeiro porque alcancei o status de me poder exprimir sem problemas de maior; segundo porque o faço de forma documentada e terceiro porque o faço com respeito. Por outro lado, não me movem pesadelos por ter sido ignorado em toda esta história, não, nada disso. Por outro ainda, não me movem interesses de poder, amanha, vir a ser solicitado a ajudar o sistema. Para mim é mais divertido estar de fora sublinhando a asneirada do que estar aturando pseudo entendidos que nem escrever sabem. Como não existe cultura (refiro-me a pessoas não às árvores) sobre a oliveira, porque as próprias universidades não encararam ainda a possibilidade de uma pequena especialização, convenhamos que é difícil para o Brasil concretizar esse sonho de ser um grande produtor. Quanto tempo demorou o Brasil a ser uma co-potencia no domínio das maças? Pois é, começar com uma cultura tão especializada como a oliveira, sem estruturas nem conhecimentos, é uma tarefa árdua que bem poucos sabem levar por diante. Por outro lado, assistir ao espetáculo de ver a classe política a apadrinhar a oliveira e a dar os primeiros passos para dela se servir em vez de a servir, é muito triste. Os políticos, esses, que se dediquem à política e deixem a técnica para os técnicos. Se pouco entendem do assunto, então que arranjem verbas e comecem a enviar para fora - mais para Espanha do que Itália pq é naquela e não nesta que está atualmente o maior saber - o pessoal que amanha se encarregará de fazer evoluir o sector olivicola. Isto e nada diferente disto, é o que tem de ser feito para se acabar com amadorismos nefastos se não mesmo ridículos. Fazer viagens para a Espanha, Itália, Chile e por aí vai, é muitíssimo agradável mas não nos garante grandes saberes de utilização imediata como alguns parecem acreditar. Olivicultura, repito, e para acabar (por agora) é muitíssimo mais do que fazer uns pomares e daí, no meio de grandes propaganda, “fazer” uns litrinhos de azeite com uma maquina artesanal como foi, tempos atrás, mostrado na TV Globo! Meus senhores, tanto os responsáveis como os irresponsáveis, Olivicultura é bem mais do que isso.

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  17. Só queria que me respondessem:
    se anteriormente, isto é, em 2007,a Camara de Comercio Portugal Brasil do Rio Grande do Sul junto com a Embrapa e com o apoio da Caixa,organizaram o 1° Simposio de Olivicultura do sul do Brasil que contou com um Professor Universitario do Instituto Superior de Agronomia e reconhecido perito em azeites, porque motivo caducou a realização do 2° Simposio para o qual estava previsto endereçar convite a outras entidades de renome internacional?
    Onde esteve a falha? Falta de patrocinadores, falta de credibilidade ou, como eu acredito, pequena guerra do alecrim e da manjerona entre instituiçoes e pessoas que nao desej perder preponderância na novidade que é a olivicultura?
    E a propósito da reuniao internacional que vai decorrer em Porto Alegre em Maio, dispendiosa porque trazer tao eminentes técnicos que bem conheço, custa dinheiro, será que a assistencia vai aproveitar mesmo quando uma certa ignorancia (aliás natural face ao desconhecimento da cultura)as charlas dos técnicos espanhois? Que me perdoem os organizadores, patrocinadores e potenciais interessados, mas essas charlas técnicas só teem efeito quando a plateia acompanha o tranco. Ou nao é assim?
    Acho e sem qualquer margem para dúvidas que a olivicultura brasileira, tal como está a ser conduzida, lembra um pouco a cançao doi Zeca Pagodinho deixa a vida me levar...
    ...vamos embora minha gente ninguem diz nada?

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  18. opa q isto aquece ... tou curioso

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  19. Além da ignorancia ainda se mostram soberbos? Vá gente dêm a cara e vamos a discutir o tema para ver se aprendem um pouco mais em vez de andarem a passear pelo estrangeiro com pretensoes de aprendizagem!! Eu ensino, sou muito eficiente, e até nem cobro muito eheheh...
    Qual a liçao que querem a seguir? A seleção clonal frente ao melhoramento genetico? A poda frente a colheia mecanic? Normas para o estabelecimento de um lagar de azxeite e normas de extraçaõ? Oui identificaçao via analise de ADN das variedades de oliveira? Ou hábitos de frutificaçao segundo a variedades? ou ou ou...
    Ou preferem que eu vos pergunte, um dia, quando se realizar um simposium? cuidado porque aí nao podem fugir com o rabinho da seringa!

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  20. Cristina Monteiro15/05/2010 19:30

    Caro Fernando
    vou escrevir em portunhol, sou da fronteira, viveirista de oliveira e mirtilos.
    voce faz muitas observaçoes interessantes, que eu leio e vejo em entre-linhas que haver um roteiro que parece dificil para o Brasil.
    A experiencia do Uruguai foi muito similar, em quanto as instituiçoes de pesquisa o desenvolvimento , mais chegado o momento foram capitais estrangeiros que fizerom um desenvolvimento de hoje 7.000 has. O procedimento foi simples; copia das melhores coisas dos paises com cultura de olivares.!E no 2011, 6 anos depois do inicio, Uruguai produzirá 100.000 litros de azeite de oliva e agora se instalo na fronteira do Chui, uma empresa para extraçao de azeite com capacidade total de 500 ton de azeite com destino de venda: Brasil!
    No Brasil ja haver ensaios, os pesquisadores conhecem quais sao as variedades que podem ser utilissadas, ja se cometerom erros em quanto a poda, adubaçao,etc dos quais aprender ¿ que é o que esta faltando?
    Em a recente Jornada de PoA. alguns interessados dizeram para mim que lo que eles nao encontran sao profisionais, Engº Agrº que asesorem a eles. Onde esta esa turma jovem que recorram o campo ? Nao sera responsabilidade de voce, minha e de alguns outros de formarlos?

    Acho que só o pequeno produtor tem a necesidade de asistencia gratuita, os posiveis grandes emprendimentos podem contratar profisionais para disminuir os riscos de fracaso e "desestimulo" de esta nobre cultura.
    onde voce mora?
    Grata.
    Cristina
    Sta Vitoria do Palmar

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  21. Estimada Cristina
    Para que no se me olvide el castellano que durante tantos y tantos años escuche (mi casa estaba cerca de la frontera con España)y que más tarde tuve de utilizar a fondo cuando en Cordoba hize mi doctorado estudiando la genetica del olivo durante 5 años, voy a darte la contestación en castellano pidiendo por adelantado desculpas por los mas que probables errores!
    Lo que me cuentas no constituye novedad para mí! Teniendo en cuenta que conozco muy bien cási todo el mundo productor de olivos y que durante los años que me pasé en Cordoba he tenido la suerte de hacer contactos con gentes de otras latitudes, ya te darás cuenta que leer, veer ou escuchar lo que se está haciendo por aquí me agobia y mucho.
    De todos modos en este primero contato solo queria darte las gracias por tu comentario. Quería que fueran otros pero la realidad es que noi me puden contestar por falta de argumentos.
    Luego luego y con mas tiempo te escribirá dandote cuenta de mis ideas a proposito de nobre actividad olivicola.
    Gracias y hasta pronto
    Fernando

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  22. Estimada Colega
    Voy a tomar un poco de tu tiempo y seguir hablando de olivos en Brasil. Creo que ya te habrás dado cuenta, a través de lo que escribí en el blog, de parte de mi historia “olivicola” en Brasil. Puesto esto, adelante.
    La realidad del olivo en Brasil tiene dos componentes: una que viene del sector privado y que quiere plantar olivos con seguridad y otro, el de la pesquisa científica que debe seguir estudiando el olivo aportando nuevos conocimientos a la comunidad internacional.
    En cuanto al primero caso la historia es bien complicada! Quien va a tomar en sus manos el asunto? El privado y como bien lo dices, si tiene dinero bastante para la inversión, contrata a un profesional y ya está, olvidándose de los servicios oficiales, da igual que sea EMBRAPA, EPAMIG o EPAGRI etc y eso porque de parte de estas entidades no existe suficiente obra hecha que les garantice suceso. Sin embargo, y todavía a proposito de los privados, al leer las noticias en la net, mucho me temo llegar a la conclusión que además de buena voluntad hay que tener bases técnicas con alguna solideza! Ora esto va a propósito de la creación de una asociación de olivicultores en RS (Argos me parece ser el nombre) la misma que tomó el mando de la organización reciente de la reunión internacional en la que estuvieron presentes viejos conocidos míos como AntonioTrapero Casas o Juan Caballero de los que guardo gratos recuerdos. La idea de formar una asociacion de clase es muy oportuna pero falta todavia algo muy importante. Conocimeinto bastante de las cosas del olivo y si alguien por ventura piensa que eso se puede conseguir con un viaje o dos o tres a los paises de tradicción olivarera comiete error primario, de,masiado primaria por que el universo del saber del oliovo es, hoy dia, muy alargado.
    En lo que respeta a la investigación, mucho me temo que tanto los objetivos(sobre todo estos) como las diversas metodologías usadas no sirven a Brasil puesto que nada aportan para la consolidación de esta actividad. De hecho, me hacen y de forma muy continuada, preguntas sobre la cultura del olivo con la excusa de que los servicios oficiales no estan capacitados para tal. Y eso al igual que otras cosas, me dejan muy pero muy constrangido por que pudiendo caminar segun un plano racional (mezclando el interés privado con la pesquisa), Brasil an traves de sus agentes a preferido el camino del auto didacta, forma mas lenta y imperfecta y dificil de aprender!
    (continua...)

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  23. Casi puedo garantizar que en Santa Catarina, onde estoy y mejor conozco, el establecimiento de varios campos experimentales con olivos no van a proporcionar resultados aceptables y eso por que seguramente los protocolos de ensayo o no existen o están mal elaborados. Por que he asistido al comienzo de todo, me da lastima que no vengan a publico los resultados ya obtenidos si es que realmente los hay. De señalar, también, que mucho de lo que se está tentando averiguar en el otro mundo del olivar, sea con la biología del olivo, su bioclimatologia o, en otro campo, sobre la mejora genetica del olivo tema que cada vez más es obligatorio pensar y de fofrma séria, parece no tener expresión en Brasil en donde una simple floración seguida de unan tambien simple extración de aceite parece garantizar un sucesso que todavia está lejos de ocurrir.
    En suma, habiendo salido de mi país por que en Brasil se me estaban oficialmente proponiendo algo de muy bonito en el tema del olivo, ahora que 5 años se han pasado, lo que puedo concluir es que nada de verdaderamente positivo ha sido hecho y… … que el sistema socio político es bien complicadito no permitiendo que un extraño, aunque expert en el tema, pueda dar su apoyo a una cosa que recién está empezando en Brasil: la cultura del olivo. Por eso me dan escalofríos cuando pienso en los olivares ya plantados y la falta de técnicos preparados tanto para acompañar el cultivo como, ,más tarde, para programar el estabelecimiento de las almanzaras o plantas para le preparación de la aceituna de conserva ... bueno siempre tienen a Uruguay o Argentina verdad? Pero eso cuanto cuesta?

    Muchos intereses, inclusivamente de la classe política que, en vez de dejar que los técnicos tomen las riendas en el asunto, ella mismo está tomando en sus manos decisiones para las cuales a penas están preparados pero que, al invés, le garantiza buenas ganacias ya sean viajes a Europa o quizas mas importante, protagonismo.
    ¿Que culpa y esto para contestar a tu pregunta, tenemos nosotros cuando el hombre del campo no encuentra apoyo técnico suficiente?
    Por mi parte escribí ya demasiado y remetí mi curriculum a mucha gente e instituciones poniendo mis capacidades técnicas a la disposición de los interesados. En varias ocasiones la cosa estuvo a punto de concretarse pero al final algo ocorria y todo se iba agua abajo!!
    A partir de cierto momento desisti de continuar y me propuse, en base a mi saber, a no dejar pasar en claro las muchas tonterías que aun hoy dia siguen publicandose. Y con eso me voy entreteniendo no sin que de vez en cuando una cierta amargura me revuelva el estomago. Despues de haber perdido la posibilidad (por decisión mía) de quedarme in Australia (ejemplo para muchos por la forma profesional como empezó la cultura del olivo) y pocxo tiempo despues, de quedarme en los Estados Unidos, aún pienso que ironía del destino me hizo caminar hasta aquí! Por adelantado, gracias por tu cortesía y no gustaba de perder el contacto si eso es posible claro está.
    De Criciúma, Santa Catarina, van mis cordiales saludos
    Fernando
    PS Me gustaria enviarte mi CV pero para eso necesitava tu email- El mio lo encontraras en el blog haciendo clic en mi nombre. Gracias

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  24. Caro Fernando: Também sou Português. Tenho um pequeno Olival em Serpa - Alentejo - Portugal. Sei algumas coisas acerca de azeitona e azeite desde que nasci(tenho 47 anos). Também sei que nos ultimos 5 anos, a Agro Industria de produção de azeite e azeitona de conserva, se desenvolveu muito. Estive no dia 13 de Maio em Cordoba (Montoro) na Feria del Olivo, onde podemos constatar que o avanço tecnológico nesta actividade é enorme. Aguardo a oportunidade de ir trabalhar e viver para o Brasil. Se conseguir o meu sonho de abrir uma Agro Industria de produção de Azeite vou pedir-lhe que colabore comigo nesse projecto. Este é o maior elogio que lheposso fazer.Escrevi-lhe também um Mail.

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  25. Será com grande prazer que colocarei o meu saber em favor das oliveiras.
    Um abraço

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  26. Olá Fernando, achei muito interessante tudo o que escreveu. Nota-se claramente o seu conhecimento na área. Gostaria de saber se participa de algum projeto relacionado à produção de oliveiras ou ainda se tem interesse?

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  27. Estimado Celso, nao, nao faço parte de nenhum projeto sobre olivicultura. A minha relaçao com oliveiras aqui no Brasil, apenas se reportam a algumas intervençoes por convite e a nada mais do que isso. Recentemente fui convidado por colegas de Minas para redactar um capitulo de um livro, a ser publicado no Brasil no proximo ano, sobre melhorament genetico da oliveira o que naturalmente me deu ghrande prazer. Interesse? Pode ser que sim mas sinceramente depois de alguns anos vendo como as coisas por aqui funcionam talvez seja melhor ficar à margem... pq com tanmta asneira e presunçao o unico caminho seria tudo abaixo e fazer de novo. Obrigado por syuas palavras de disponha sempre

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  28. Olá Fernando. Obrigado pelo retorno. Gostaria que pudessemos trocar emails, pois tenho interesse em aprofundar a conversa contigo. Recebi uma proposta de sociedade, com gente muito séria e empreendedora, de investimento no ramo. Vejo que seus conhecimentos podem ser de grande auxílio, bem como o negócio também pode ser de seu interesse. Ainda nao posso entrar em detalhes, mas se pudermos ir nos conhecendo, seria um bom começo. Meu email é tozzo.celso@gmail.com.

    Grato.

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  29. Ok Celso por mim tudo bem. Ficaria bastante satisfeito se puder um dia ser realmente util em algum projeto sobre oliveiras. O meu email é afsantunes@gmail.com e concerteza que manteremos o contato

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  30. Olá.
    Tenho interesse em investir no ramo de olivicultura.
    Gostaria, se possível, que fizesse um relato de viabilidade técnica e econômica do empreendimento. Tipo tamanho de área, custos e retorno financeira, capacidade de moinho, podas, manutenção enfim, detalhes... Vejo muitas informações vagas, e não vejo dados concretos.
    Obrigado.
    Gilberto.

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  31. Gilberto, o que me pede demora tempo e obriga a conhecimentos especificos sobre a realidade brasileira que eu propriamente nao tenho. Como lhe referi ni email estou aberto a perguntas mais especificas nomeadamente de narureza técnica sobre oliveiras e azeite. Quando à natureza vaga dsas informaçoes que encontra que lhe posso dizer?
    Um abraço
    Fernando

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  32. Fernando, sou de Chapecó-sc, estou realmente interessado em iniciar o platio de oliveiras pra produçao de azeite, vc poderia me passar alguma dica??

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  33. Olá Fernando
    Eu me chamo Adriano, sou brasileiro de Santa Catarina e há cinco anos moro no Canadá.
    Já faz algum tempo que eu me pergunto porque o Brasil não produz azeite de oliva e curioso que sou por natureza comecei a pesquisar.
    Por acaso (ou não) descobri o seu blog.
    Achei muito interessante o que li e percebo que você tem muito conhecimento na área.
    Você ainda mora em Criciúma? Caso ainda more (coincidência interessante pra mim pois eu venho na mesma região) e esteja interessado em compartilhar seus conhecimentos (visto que seu último post data de junho de 2011), gostaria de fazer contato.
    Antecipadamente obrigado
    Adriano

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